Mercado Online
No ano de 2010 foram faturados R$ 14,8 bilhões em vendas de bens de consumo no e-commerce brasileiro, o que significou um acréscimo de 40% ante os R$ 10,6 bilhões registrados em 2009.
Quanto mais gente, melhor!
Os números do e-commerce brasileiro não param de crescer.
Em 2010, chegamos a 23 milhões de e-consumidores que fizeram, ao menos, uma compra online até hoje
Categoria de produtos mais vendidas – 2010 (em volume de pedidos)
1º Eletrodomésticos
2º Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais
3º Saúde, Beleza e Medicamentos
4º Informática
5º Eletrônicos
A Classe C no e-commerce
A e-bit considera como “baixa renda”, famílias com renda declarada de até R$ 3.000,00. Essa faixa de consumidores, aliás, corresponde atualmente a 50% do mercado.
Se analisarmos a freqüência de compra desse consumidor na internet, a pesquisa revela que 31% dos usuários de baixa renda disseram não ter feito compras nos últimos 6 meses. Por outro lado, 6% fizeram mais de dez compras no mesmo período.
As mulheres no e-commerce
De acordo com dados do estudo, 49% dos e-consumidores pertencem ao público feminino e, dos novos entrantes em 2010, 55% são pertencentes ao mesmo gênero. Para se ter uma idéia do crescimento, as mulheres representavam 42% das vendas do comércio eletrônico em 2005.
Ainda tem muita coisa para acontecer!
O bom rendimento do comércio eletrônico não deve parar em 2011, e seguirá num ritmo acelerado. A expectativa é que, com a maior consolidação do setor, aliada às novas ferramentas que auxiliam os consumidores na hora de realizar uma compra, como as redes sociais, o faturamento do e-commerce brasileiro apresente expansão, ainda que menor ao ano passado.
A previsão é que o setor fature R$ 20 bilhões nesse ano, um crescimento nominal de 30% em relação ao ano de 2010 (R$ 14,8 bilhões)
Fonte: e-Bit www.ebitempresa.com.br
/ Compilação: www.e-commerce.org.br
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